27 de agosto de 2013

Twelve

- Como é que é? – Brian disse em tom ameaçador, dando dois passos em direção a Joe.
- Eu preciso de um prazo maior. – Joe disse, sem poder soltar a respiração, tamanho o seu nervosismo.
- Mais? Será possível que você não entende que eu quero a minha grana?! – Brian disse, encarando Joe duramente.
- Eu ainda não tenho todo o dinheiro, mas falta pouco, eu juro! – Joe disse aflito.

Brian continuou a encarar o colega de quarto e então se virou, dando a Joe a oportunidade de respirar.

- Não costumo fazer isso, mas vou levar em consideração que somos companheiros de quarto. – Brian disse sorrindo falso. – Vou dar mais uma semana.
- O quê? Não! Preciso de pelo menos duas. – Joe protestou.
- Uma semana e nada mais. – Brian disse sério. – E se reclamar, vai ficar sem prazo nenhum!

Joe respirou fundo e balançou a cabeça afirmativamente. Brian caminhou até a mesinha e depois até Joe, estendeu a ele um pacotinho que tinha como conteúdo um pó branco. Joe pensou em relutar, não aceitar, mas quando deu por si, já estava guardando o pacote transparente no bolso da calça.

- Fiquei sabendo... – Brian começou e fez uma pausa pra acender um cigarro. – Que você encontrou sua amiga de infância. A tal menininha da foto. É verdade?

Joe estancou. Não sabia o que responder, tinha medo que sua resposta, sem querer, colocasse Demi na jogada. Mas se Brian já sabia desse fato, era apenas uma questão de tempo até saber que sua amiga era Demi.

- É verdade. – Joe respondeu, por fim.
- E ela é bonita? – Brian perguntou erguendo uma sobrancelha.
- Não pra você. – Joe disse categórico.
- Olha... –Brian fingiu um risinho. – Quem decide o que é bom ou não pra mim, sou eu.

Joe nada respondeu.

- Preciso conhecer essa sua amiguinha, talvez ela valha alguma coisa na sua dívida. – Brian disse, calmamente, como quem negocia uma mercadoria.
- Deixa a Demi fora disso! – Joe disse entre dentes, já que estava pressionando uma arcada dentária contra a outra.
- Isso, meu querido, quem decide também sou eu! – Brian disse rindo. – Agora, vaza! Não tenho tempo a perder.

Joe virou-se e saiu porta a fora. Sentia todo o seu corpo tremer em misto de raiva e medo. A faculdade não era mais segura para Demi, pois ele sabia que Brian era capaz de tudo. Mas como convenceria a amiga de ir embora, sem falar seu real problema?

A cabeça de Joe funcionava rapidamente e ele, por muitas vezes, perdeu-se em seus próprios pensamentos. Jamais se perdoaria se algo acontecesse com Demi por sua culpa, mas, por outro lado, não queria ficar longe dela.

Quando deu por si, já estava em frente ao jardim e, como se todo o universo estivesse conspirando algo ou brincando com ele, Demi estava sentada em um dos bancos com seus fones no ouvido e os olhos fechado, cantando baixinho. O garoto nunca havia reparado em como a amiga era linda e em como seu coração disparava toda vez que a via. Mas para ele, isso não passava de nervosismo, pois ter Demi por perto era por seu segredo e ela própria em risco.

Ele caminhou calmamente pela grama até aproximar-se dela. Sentou-se ao seu lado e esperou que ela o notasse, mas nada aconteceu. Então Joe apenas esperou enquanto a observava a luz do sol. Linda, de uma maneira diferente que Joe não soube precisar, mas linda!

- Joe! – Demi exclamou quando o viu ao seu lado, olhando-a sem nada dizer. – Você está aí faz muito tempo?
- Não sei... Fiquei distraído olhando pra você. – ele respondeu dando de ombros e abrindo um sorriso que fez as bochechas de Demi corarem.
-Para com isso, assim me deixa sem graça! – ela disse, batendo de leve no ombro do amigo que riu e desviou o olhar dela.
- Você está melhor? – ele perguntou realmente preocupado.

Demi apenas balançou a cabeça afirmativamente. Joe pegou os braços da garota e puxou as mangas para cima. As feridas ali presentes estavam cicatrizando, sem sinal de novas. O garoto passou os dedos levemente por cima e depois beijou cada linha no pulso da menina, que fechou os olhos ao sentir os lábios quentes do amigo tocarem sua pele.

- Eu não vou deixar nada de ruim acontecer com você, Demi. – ele disse olhando para a menina que, ao ouvir suas palavras, abriu os olhos para encará-lo. – Eu prometo!

Demi sentiu o coração disparar e a boca secar. Não sabia o motivo, mas era, talvez, pela afirmativa do amigo. Ela realmente sentia-se mais segura com Joe por perto, mas aquelas palavras a fizeram tremer. Algo ruim estava por vir e ela podia sentir isso.

- Joe, eu não quero que nada de mal aconteça com você! – ela disse aflita e tomando as mãos do amigo nas suas. – Acho que morreria se algo do tipo acontecesse com você.
- Vai ficar tudo bem, ok?! – ele disse sorrindo.

Demi devolveu o sorriso e abraçou o amigo. Joe a puxou para mais perto fazendo com que a garota sentasse em seu colo, o que tornou o baraço ainda mais apertado. Podiam sentir seus corações baterem compassados e suas respirações se igualarem.

Era uma sensação estranha e nova. Ambos nunca se sentiram tão desconfortavelmente confortáveis. Essa mistura de sentimentos faziam suas cabeças rodarem em busca de respostas. Mas ambos tinham uma certeza: não existia, no mundo, melhor lugar para estar que nos braços um dos outro. 

Afastaram-se depois de um tempo e viram-se muito próximos de modo que suas bocas sopravam seus hálitos adocicados uma na outra. Não conseguiam desgrudar os olhares nem ao menos mover-se. Era como se, qualquer movimento, coloca-se tudo a perder.

- Acho melhor nós voltarmos... – Joe sussurrou contra os lábios de Demi que ainda parecia hipnotizada. – Você não acha?
-Claro... – ela disse baixinho e depois pigarreou, levantando-se na sequência. – Acho sim.
- Eu acompanho você até seu quarto. – Joe disse, também se pondo de pé.

Demi apenas confirmou com a cabeça e seguiram pelo corredor.

- Você... Hm... deixou algum é... Namorado lá em Londres? – Joe perguntou meio sem jeito enquanto andavam.
- Jura que você está me perguntando isso, mesmo depois de tudo o que eu contei? – ela disse com uma risada descrente.
- Ah, foi só pra saber... – ele disse dando de ombros.
- Não, ninguém me espera em Londres. – ela disse olhando para os próprios pés. - E você? –perguntou divertida, andando de costas para olhar para o amigo.
- Eu o quê? – Joe tentou desconversar.
- Você sabe! Está de rolo com alguém? – ela disse dando uma piscadinha no final o que deixou Joe totalmente desconcentrado.
- Ahnn... Não, eu não sou do tipo popular... – ele disse tímido.

Demi riu do jeito do amigo e voltou a andar do seu lado.

- As meninas dessa faculdade estão perdendo um cara incrível. – ela disse sincera.

Joe olhou para ela que tinha os olhos fixos no chão e riu sem jeito.

- Os meninos de Londres é que não sabem a garota incrível que eles perderam. – ele devolveu o elogio.

Demi olhou para o amigo e abriu um sorriso que fez todo o dia de Joe ter valido a pena. Era o sorriso mais lindo que o garoto vira em toda a sua vida.

- Chegamos. – ele disse parando em frente a porta do quarto da amiga.
- É... Chegamos... – ela confirmou a frase do amigo.
- Bom, nos vemos amanhã no refeitório? – Ele perguntou apenas para confirmar.
- Claro! – ela respondeu sorrindo.   
- Então, boa noite Dems!
- Boa noite, Joe!

Abraçaram-se em despedida e estalaram um beijo na bochecha um do outro. Joe saiu andando pelo corredor com o coração em brasa e quase saindo pela boca. Nunca havia se sentido assim ao lado da amiga, mas alguma coisa nisso tudo havia posto um sorriso em seu rosto.


Demi foi dormir com a sensação de plenitude e com o coração palpitando. O dia hoje havia sido diferente e ter sido sincera com o amigo a fazia mais leve. Como se não precisasse mais dos cortes. Como se Joe fosse a peça que sempre esteve faltando em sua vida. O amigo que ela sempre precisou ter ao seu lado. 




Continua...




n/a: Oi amores! :) passando aqui rapidinho, só pra postar pra vocês u.u Tô morrendo de sono, pois só dormi 3 horas hoje o dia todo!! Essa faculdade vai acabar me matando :/ Enfim... Desculpem qualquer erro, pois não tive tempo de revisar a fic :S Amo vocês, não esqueçam de comentar ok?! Não vou responder os comentários do cap. anterior agora, por motivos de ESTOU COM SONO :/ mas no próximo post eu respondo junto com os desse cap. ok?! :D Bjus amores e até o próximo post! :***

24 de agosto de 2013

Eleven

Joe andava apressado pelos corredores. Estava sentindo raiva de si mesmo e do jeito como tinha tratado sua amiga. Ele nunca imaginou que seria capaz de agir assim com alguém. Demi não merecia isso, ela não tinha culpa de nada.

Depois que a garota saiu do quarto, Mike conversou com Joe e contou que durante o tempo em que ficou sumido, Demi não deixou de se preocupar com ele um instante sequer. Joe ouviu tudo calado, sentindo-se pior ainda. Sem que ele pedisse, Mike disse onde era o dormitório onde Demi estava e era exatamente para onde ele caminhava com tanta pressa.

Ao chegar em frente ao quarto, bateu na porta algumas vezes, mas não obteve resposta. Cogitou a possibilidade de voltar e falar com ela pela manhã, mas não conseguiu. Ele precisava desculpar-se hoje, ou então não conseguiria dormir. Bateu na porta mais uma vez. Nada. Levou a mão até a maçaneta e rodou. A porta estava aberta. Joe hesitou um pouco, mas então resolveu entrar.

Todas as luzes estavam apagadas e Joe não conseguia ver quase nada. Tudo o que era possível enxergar era graças a um feixe de luz fraco que saia da fresta do banheiro. 

-Demi. – Joe chamou baixinho, mas não obteve resposta.

Olhou rapidamente para as camas e viu que nenhuma delas estava ocupada. Então Joe caminhou devagar até o banheiro, bateu na porta três vezes e chamou pela Demi novamente. Mais uma vez não teve resposta alguma.

Joe repetiu os mesmos passos que fizera há pouco com a porta do quarto e, nesse caso, a porta também estava aberta. O garoto abriu-a devagar e ao entrar deparou-se com a cena mais desesperadora que ele pode presenciar.

Demi estava jogada no chão, com os braços cortados e uma pequena poça de sangue tinha sido formada no azulejo branco. A garota estava pálida e imóvel. O primeiro pensamento de Joe foi terrível. Demi havia se matado.

- Demi! Demi, pelo amor de Deus, fala comigo! – Joe disse, já de joelhos e carregando o tronco da amiga em seu colo.

A menina continuava de olhos fechados e com a respiração fraca. Pelo menos havia alguma respiração, por mínima que fosse. Ela não estava morta. Joe levou os olhos até os cortes e tocou de leve, deixando seus dedos um pouco sujos de sangue e de alguma forma sentiu-se culpado por aquilo.

- Demi! – ele chamou mais uma vez.

O desespero fazia seu corpo tremer involuntariamente. Joe não sabia o que fazer, olhou a sua volta em busca de algo que pudesse ajudar, mas antes que ele encontrasse algo, sentiu Demi mexer-se milimetricamente em seu colo.

- Demi, por favor... – Joe chamou baixinho.

Demi abriu os olhos lentamente, tentando focar alguma imagem.

- Joe? – ela disse, forçando a vista para que a imagem se tornasse nítida.
- Sou eu sim. – Joe disse, sorrindo levemente.
- Onde... O que aconteceu? – ela disse, levantando o tronco e pondo-se sentada.
- Eu que pergunto. O que é isso no seu pulso? – Joe perguntou.

Demi com em um impulso, levou as mãos para tampar o ferimento e fechou os olhos. Foi invadida pelo sentimento de vergonha ao ser descoberta e não conseguiu dizer uma palavra.

- Você tentou se matar, Demi? – Joe perguntou com uma expressão incrédula.

Demi levantou-se ainda meio tonta sendo acompanhada por Joe, que esperava uma resposta.

- Não. – ela respondeu simplesmente, de costas para o amigo.
- Então o que é isso? – ele insistiu.
- Porque eu deveria contar? – ela disse, virando-se para Joe. – Você não confiou em mim. Porque eu confiaria em você?
- Demi, isso é sério! – Joe tentou argumentar. – Eu encontrei você desmaiada, com cortes no pulso.
- E eu encontrei você espancado! – ela retrucou.

Joe respirou fundo e sentou-se na tampa da louça do banheiro. Apoiou os cotovelos nos joelhos e a cabeça nas mãos. Enquanto Demi permaneceu no mesmo local.

- Eu estou devendo... A uma pessoa. – Joe começou a dizer, ainda de cabeça baixa, mas, agora, com as mãos cruzadas.
- Devendo? – Demi perguntou, em uma forma de demonstrar interesse.
- É. – ele disse, maneando a cabeça de forma afirmativa.
- Devendo quanto? Pra quem?  - Demi começou a questionar, descruzando os braços.
- É muito dinheiro, mas eu já tô dando um jeito. – Joe disse, levantando os olhos para encarar a amiga, mas por poucos segundos.
- Foi esse cara que mandou bater em você? – ela perguntou de forma preocupada.
- Foi ele sim. E eu fiquei aquele tempo sumido porque eu... Estava com ele, foi aí que eu adquiri a dívida. – ele disse, querendo acabar logo com aquilo.

Demi ficou em silêncio. Não sabia o que fazer nem o que falar. Queria poder ajudar o amigo, mas não tinha muito dinheiro.

- Joe, eu não tenho muito, mas se eu economizar... – ela começou a dizer, mas foi interrompida.
- Não, Demi, por favor! – Joe disse, com uma expressão que Demi não soube interpretar. – Não faz eu me sentir pior. Eu... Vou dar um jeito.

Demi mordeu o lábio inferior em sinal de nervosismo. O silêncio tomou conta do ambiente e então a garota se deu conta que era sua deixa.

- Eu não tentei me matar. – ela escolheu essa explicação para começar a contar sua história. – Sou fraca demais pra isso...

A garota respirou fundo e então sentou-se de frente para Joe, no chão.

- Acho que faço isso justamente porque não tenho forças pra ir além. – ela disse sincera.
- Mas... Porque Demi? Porque se castigar assim? – Joe quis saber.
- Tudo começou, quando eu tomei a decisão errada em uma noite de festa e bebida. Eu não era muito de sair sabe?! Mas um garoto me convidou. O garoto que eu gostava. Peter era o nome dele. – Demi parou e respirou fundo. – Depois de algumas doses ele me chamou pra subir e fomos para o quarto e você deve imaginar o que aconteceu... – ela fez uma pausa e Joe apenas confirmou com a cabeça. – No dia seguinte, ele me humilhou na frente de toda a escola, dizendo coisas horríveis.
- Que coisas? – Joe perguntou cuidadoso.
- Que tinha me usado, pois eu era gorda e nerd demais pra ser desejável. Ele disse que só conseguiu ir pra cama comigo porque estava bêbado. – Demi secou algumas lágrimas que desciam pela sua bochecha. – Eu saí correndo e quando cheguei em casa me senti péssima e então... Não sei por que, senti uma vontade imensa de me castigar e foi aí que tudo começou.
- Você tá me dizendo que se corta porque se acha gorda e feia? – Joe perguntou sem poder acreditar. – Você não pode estar falando sério!
- Eu perdi peso! Muito peso nos últimos dois anos... – ela disse criando forças pra contar o resto.
- Com certeza fazendo aquelas dietas loucas de menina né?! Que besteira, Demi! – Joe estava indignado.
- Eu não como! – ela disse alto e apertando os olhos.
- O quê? – Joe pareceu não acreditar.
- Eu passo dias sem comer e quando como... Vomito tudo! – ela disse, ainda sem encarar o amigo.

Joe pareceu perplexo. Não era possível que Demi passasse por tudo isso era inacreditável que alguém chegasse a tal ponto.

- Não acredito que você faz tudo isso por causa de um garoto! – Joe disse meio agressivo.

Demi levantou-se de impulso e controlou a vontade de gritar.

- Eu sofria bullying! – ela disse alto o suficiente para que deixasse transparecer sua raiva. – Não foi por causa de um garoto, foi por causa de tudo! Ele foi só a gota d’água... Eu era humilhada todo o dia, jogada de canto, não tinha amigos e tudo porque eu era gorda e usava óculos! Ninguém queria chegar perto de mim, pois era vergonhoso. Eu nuca fui convidada a uma festa de pijama, nunca tive grupos de amigas, eu fiquei esse tempo todo sozinha! Você sabe o que é isso? Ficar sozinha e saber que é por causa da sua aparência! Eu era apenas uma adolescente, Joe! E eles... Acabaram com a minha vida!

Demi então caiu em prantos sentindo-se estranhamente mais leve, como se um piano tivesse saído de suas costas. Joe andou rápido até a amiga e a abraçou, fazendo seu corpo balançar juntamente com o dela, devido os soluços. Demi relutou, mas logo abraçou o amigo como se disso dependesse sua vida. E realmente dependia, naquele momento, dependia.

- Desculpa! Por favor, me desculpa! – ele pediu baixinho no ouvido da amiga. – Eu tô aqui com você! Tudo vai ficar bem porque agora eu tô aqui com você!


Demi queria mais que tudo acreditar naquilo, mas alguma coisa dentro dela dizia que tudo ainda podia piorar. Ela resolveu ignorar essa vozinha irritante e apegar-se às palavras do amigo que, naquele instante, era tudo o que ela tinha.




Continua...



n/a: Oi minhas lindas! :) Capítulo tenso hein?! Joe descobriu tudo sobre a Demi, mas ela não sabe de toda a verdade dele... Alguém aí acha que isso vai dar confusão? .-. Pra quem aí tá se roendo de curiosidade pra saber quando as amigas vão saber eu preciso dizer que NEM TODAS vão ficar sabendo... Enfim, por hoje é isso! Muito obrigada pelos comentários e eu AMO vocês mesmo!! Até o próximo post e comentem! Bjuuus! :****


P.S.: Minhas lindas, aqui vai uma dica pra quem gosta de BOAS histórias de vampiros e lobisomens esse aqui é um blog que vocês PRECISAM acessar: Dammed Blood. Eu recomendo DEMAIS e posso dizer com toda a certeza que vocês não irão se arrepender de dar uma passadinha lá. Comentem muito pois a autora, Thalya, merece demais! Ela é uma fofa e escreve SUPER bem! ;)  



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