6 de novembro de 2012

Capítulo 12 – Wrong Time


Deixei Demi dormindo, tranquilamente, no conforto de sua cama e voltei pra minha casa com um sorriso abobado no rosto. Eu estava feliz e disposto a tudo pra ter Demi ao meu lado. Nem que pra isso tivéssemos que manter segredo até ela completar a maior idade.

Respirei fundo e entrei em casa indo direto para meu quarto. Ashley já dormia profundamente o que me deixou mais tranquilo. Pelo menos não teria que encará-la agora. Com cuidado pra não fazer muito barulho, despi-me e fui para o banheiro, uma ducha e minha cama eram tudo o que eu precisava agora.

Passei a noite me revirando entre os lençóis. Por mais que eu tentasse o sono não vinha. Os detalhes do que aconteceu no quarto de Demi rondavam minha cabeça e faziam um sorriso brotar em meu rosto. Parecia um grande desperdício dormir, enquanto eu podia ficar a noite toda lembrando de cada detalhe, de cada expressão e de cada pedaço do corpo de Demi.

Eu já me apaixonei antes, já gostei muito de uma garota, a Ashley tá aí pra provar isso, afinal, eu estava prestes a me casar com ela, mas com Demi era diferente. Uma sensação nova, como se eu só pudesse ser feliz ao lado dela, como se o sorriso dela fosse o combustível que me fazia andar. Eu precisava daquela garota como meus pulmões precisavam de ar. Eu estava dependente dela.

Em meio a pensamentos e sorrisos bobos o sono me venceu, sem que eu ao menos notasse.

Acordei com os raios de sol adentrando o quarto e fazendo as paredes do cômodo, antes brancas, adotarem um tom que variava do amarelo para o alaranjado. Espreguicei-me e fiquei feliz ao me lembrar de que hoje o escritório não funcionaria, por motivos que eu, mero empregado, não era digno de saber.

Levantei e caminhei vagarosamente até o banheiro pra fazer minha higiene matinal e tomar um banho que me acordasse de vez. Depois desci até a cozinha, tomei um café reforçado e, só quando estava recolocando a jarra de suco de volta na geladeira, vi o bilhete que Ashley tinha deixado na porta.

“Amor, não quis te acordar sem necessidade, mas tenho um assunto sério pra tratar com você quando chegar, por favor, esteja em casa.
Amo você!”

O que Ashley poderia ter de tão sério pra conversar comigo? Será que era o mesmo que eu? Suspirei alto ao lembrar do que teria que fazer e comecei a pedir, com toda a fé que eu tinha, para que o assunto de Ashley fosse o mesmo que o meu, assim pouparíamos tempo, lágrimas e xingamentos...

Mas voltando a realidade, o que eu faria hoje? Ficar em casa vendo TV e comendo besteira não dá! Meu tempo de fossa já passou. Agora era tempo de sorrir e por falar em sorriso... Claro! Vou sequestrar Demi pra passar o dia comigo.

Vesti uma roupa qualquer e quando estava saindo de casa, vi que Demi estava chegando da escola, provavelmente ela iria almoçar e depois ir para o balé, mas eu estava disposto a quebrar essa rotina certinha dela.

- Demi! – chamei ainda do jardim da minha casa e Demi me olhou confusa e surpresa.

Corri até ela e a cumprimentei com um beijo no canto da boca e a vi arregalar mais ainda os olhos. Ri brevemente com isso.

- Você está louco? – ela começou a dizer em um sussurro alarmado e olhando para os lados – E se alguém ver a gente, Joe?
- Quem se importa? – eu disse dando de ombros e sorrindo brevemente.
- Não sou eu quem é comprometido aqui, vizinho... – ela disse com os olhos cerrados com uma expressão divertida.
- Por pouco tempo, vizinha... – eu disse frisando a última palavra fazendo-a ri.
- Você está certo do que vai fazer Joe? – ela disse um pouco mais séria e, arrisco dizer, um pouco insegura.
- Como nunca estive antes. – eu disse e a vi abrir um sorriso enorme ao qual eu correspondi sem ao menos notar – Mas então, eu vim te fazer um convite especial.
- Hm... É mesmo? – ela perguntou divertida – E qual seria?
- Você me dá a honra de passar o dia comigo? – eu perguntei em um tom galanteador que a fez rir.
- Ah Joe, eu ia amar, mas você sabe que eu tenho o balé agora. – ela disse mordendo o lábio inferior e eu tive que me segurar para não beijá-la ali mesmo, no meio da rua.
- Você não vai morrer se falar um dia, vai? – eu perguntei erguendo as sobrancelhas.
Demi fez uma carinha pensativa e eu tive que insistir.
- Vai, Demi, por favor... Por mim...
- Ok! – ela disse rolando os olhos, mas rindo ao mesmo tempo – Me espera naquela praça aqui atrás da rua, vou só tomar um banho e trocar de roupa.
- Certo. – eu disse abrindo um sorriso, genuinamente, feliz – Não demora.

Dei outro beijo, agora na bochecha de Demi e me afastei sorrindo. Eu mal podia acreditar na felicidade que eu estava sentindo. Era assustador o quanto eu podia estar feliz, era como se eu pudesse sair distribuindo sorrisos para toda a população do planeta e, ainda assim, sobrariam sorrisos para serem dados.

Não tive que esperar muito. Pouco mais de vinte minutos depois, vi Demi aproximar-se com uma calça jeans justa de lavagem escura, uma blusa branca com uma estampa qualquer meio cumprida, all star preto e um Ray Ban azul. Para qualquer um na rua ela era apenas mais uma adolescente linda e que chamava a atenção por onde passava. Pra mim, era a razão de todos os meus sorrisos, inclusive desse que acaba de nascer ao vê-la caminhando até mim.

- Oi vizinho. – ela me cumprimentou assim que se aproximou do carro.
- Já disse o quanto eu acho sexy quando você me chama de vizinho? – eu disse com os olhos cerrados.

Demi soltou uma gargalhada gostosa e deu a volta no carro pra entrar no lado do carona.

- Pra onde vamos? – ela perguntou enquanto afivelava o cinto.
- Hm, vamos fazer um programa de namorados. – eu disse sorrindo.

Demi me olhou assustada, mas logo abriu um sorriso imenso, daqueles que é capaz de iluminar o dia, e apenas balançou a cabeça em afirmação. Dei partida no carro e me dirigi ao shopping que ficava do outro lado da cidade, onde, provavelmente, não correríamos o risco de esbarrar com nenhum conhecido.

Eu me sentia como um adolescente de novo. Caminhando de mãos dadas e rindo de coisas bobas. Uma experiência que nunca vivi com namorada nenhuma. Talvez por todas elas quererem parecer mais maduras e cultas do que realmente eram, ou por não terem conteúdo. Demi era diferente. Ela era divertida, sabia conversar, sempre tínhamos assuntos em comum, o que era bem estranho já que vivíamos em ambientes e tínhamos idades diferentes, parecia que éramos Almas Gêmeas.

Fomos ao cinema, tomamos sorvete, comemos na McDonald’s... Enfim, tivemos um dia perfeito! Com direito a mãos dadas, abraços e beijos. Algumas pessoas olhavam meio torto pra gente. Digamos que a altura da Demi não ajudava muito na visão que tinham de nós, enquanto casal. Não nos importávamos com isso. Estávamos felizes, apaixonados e juntos. Isso bastava.

Encontramos um banco vazio, perto de uma fonte, do lado externo do shopping e nos sentamos ali. Passei meu braço pelo ombro de Demi e segurei sua mão na minha. Era impressionante como elas se encaixavam bem.

- Há quanto tempo você está com a Ashley? – ela perguntou do nada.
- Quer mesmo falar sobre isso? – eu perguntei meio desconfortável – Quero dizer, é nosso momento, certo? Apenas nós!
- Eu quero saber, por favor... – ela perguntou fazendo bico e eu sorri e revirei os olhos.
- Tudo bem... – eu disse – Hm, mais ou menos dois anos.
- Como se conheceram? – ela continuou o questionário, ignorando meu olhar de censura.
- Na faculdade. – eu respondi depois de suspirar alto – Sempre estudamos juntos e ela sempre mostrou interesse em mim, mas eu era novo e só queria me divertir.
- Então, como ficaram noivos? – ela perguntou cerrando os olhos, meio confusa.
- Em uma festa, nós acabamos ficando juntos e ela saiu espalhando que estávamos namorando. Ela era a garota mais cobiçada de toda a faculdade, então, de repente todos me cumprimentavam pelo feito de estar com ela. Não consegui desmentir nada e quando vi já estava envolvido demais pra voltar atrás. – eu respondi dando de ombros.
- Você a amou? – ela perguntou em tom baixo.

Eu a olhei por alguns instantes e, como se não tivesse controle dos meus pensamentos e nem da minha boca, as palavras fluíram.

- Por algum tempo, eu achei que sim. Até conhecer você e perceber que eu estava completamente enganado.

E aquele sorriso, que eu tanto amava, brotou nós lábios de Demi ao ouvir minhas palavras. Os olhos dela adquiriram um brilho diferente, os deixando ainda mais lindos e então selou nossos lábios. Um beijo calmo, carinhoso, sem pressa. Aproveitávamos cada sensação que podíamos proporcionar um ao outro. O mundo parava toda vez que nossos lábios se encontravam, nada importava. Apenas nós.

Era final de tarde quando deixei Demi na pracinha. Eu não me importaria de deixá-la ena frente da sua casa, mas ela não achou que seria uma boa ideia, ainda. Quando cheguei em casa, vi que Ashley já estava lá, pois suas coisas estavam jogadas pelo chão. Estranho.

Subi as escadas de dois em dois degraus e, antes de chegar a porta do quarto, ouvi um barulho estranho, quase como gemidos, era um som abafado. Que porra era aquela?

Abri a porta, rápido e vi Ashley sentada na cama, com o rosto entre as mãos e abraçada a um travesseiro. Andei até ela e, quando notou minha presença, Ashley correu e me abraçou forte. O que poderia ter acontecido? Porque ela estava chorando daquele jeito?

- Hey... – eu chamei baixo – O que aconteceu Ash?

Ela apenas separou o abraço e caminhou até a cama, pegou um papel que estava jogado em cima dela e me entregou, com as mãos tremendo. Peguei o papel da mão dela e a olhei sem entender nada.

- Lê. – ela disse com a voz fraca.

Abri o papel e tive que ler inúmeras vezes pra acreditar. Minha cabeça girou, meus joelhos ficaram fracos e parceia que o chão havia sumido debaixo dos meus pés. Meu coração acelerou e aquelas palavras pareciam brilhar em neon sob meus olhos. Não podia ser! Arregalei os olhos e a mirei, incrédulo. Ashley sacudiu a cabeça em sinal afirmativo, como se tivesse lido meus pensamentos e quisesse confirmar o que meu cérebro não queria aceitar. Engoli em seco e consegui, com muito esforço, pronunciar algumas palavras.

- Você está grávida? – perguntei, quase sem voz.
- Estou. Você vai ser pai! – ela disse e tentou sorrir, mas não conseguiu.

Meu maior sonho e o maior pesadelo de Ashley. Eu não estava acreditando em como o destino podia ser tão cruel, quando queria!


 Continua...


n/a: Oi lindas! :D Primeiro: Fiquei muito feliz com os 17 comentários no capítulo anterior, nossa! Vocês não tem noção de como isso é importante, MUITO OBRIGADA!! Vocês são uns amores! <333 Agora, quanto ao capítulo :S Ferrou tudo! O que o Joe vai fazer agora, minha gente? O filho que ele sempre quis, o maior sonho dele... ai ai... como a vida é triste né?! :/ Comentem muito minhas lindas >.< e aviso, preparem os lenços daqui por diante, conselho de amiga u.u Até o próximo post amore! Bjs! :*** 



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***DIVULGAÇÃO***
jemi - porque amar machuca tanto?!                                             

5 de novembro de 2012

Capítulo 11 – I'll Be Your Man - HOT

Coloquem essa musiquinha linda dos meus guys, pra ficar bonito, mas só soltem quando eu disser! ;)
Conteúdo HOT, se você não gosta ou não tem maturidade, por favor, não leia!

***

Senti Demi ser puxada dos meus braços, bruscamente e, ao abrir os olhos, pude ver o loirinho vermelho de raiva e os olhos, antes azuis claros, estavam mais escuros. Acho que irritei o pirralho...

- O que foi isso? – ele perguntou gritando e segurando Demi pelo braço.
- Ster... – ela tentou dizer, mas eu a interrompi.
- Solta ela! – disse tentando manter o controle em minha voz.
- Você beija minha namorada na minha frente e ainda tem a audácia de me pedir algo? – ele disse entre dentes.
- Vou repetir só mais uma vez, não me faça perder o controle. – respirei fundo e fechei os olhos, pronunciei as próximas palavras pausadamente – Solta. Ela!
- Ela é minha namorada, eu faço o que quiser com ela! – ele disse apertando mais a mão que segurava o braço de Demi e pude ver que ela estava assustada com a reação do moleque metido a valente.

Ao ver a expressão no rosto de Demi, algo maior tomou conta de mim. Um instinto de proteção. Ninguém faria mal a Demi. Não enquanto eu vivesse! Sem que eu pudesse controlar, meu punho foi parar, certeiro, no olho direito de Sterling. O garoto cambaleou para trás e soltou o braço de Demi que correu pra perto de mim. Passei a mão por sua cintura, mas antes de sair dali, caminhei até o pirralho e, com o dedo apontado na cara dele, disse o que ele pediu pra ouvir.

- Antes de ser sua namorada ou qualquer outra coisa, ela é mulher e merece ser tratada com todo o carinho do mundo e, em se tratando da Demi, esse carinho só quem pode dar sou eu! – ele me olhou com uma expressão que tinha medo e raiva misturados – Considere-se solteiro a partir de agora! – finalizei soltando um risinho provocador.

Peguei a mão de Demi e saí com ela dali. Meu celular vibrou em meu bolso assim que saí pela porta. Era Mike.

- Cara o que foi isso? O que deu em você?  - Ele perguntou, do outro lado da linha, aflito.
- Longa história, bro. Depois, prometo que te conto tudo ok?! – respondi tentando encerrar o assunto.
- Ok bro. Se precisar de algo, só ligar. – ele disse com uma voz que ainda passava preocupação.
- Certo, obrigado. – eu disse e finalizei a ligação.

Já estávamos em meu carro quando desliguei o celular. Demi estava no banco do passageiro e não dizia nada, apenas observava o movimento pelo para-brisa.

- Você deve estar me achando louco né?! – perguntei torcendo a boca.
- Ainda bem que você sabe. – ela disse quase em um sussurro.
- Demi olha...
- Não diz nada – ela me interrompeu – Não aqui. Vamos pra minha casa.
- Mas e seus pais? – perguntei confuso.
- Estão viajando. – ela respondeu, simplesmente.
- Ok.

Girei a chave na ignição e saí com o carro dali, indo em direção à casa dela. Mil coisas passavam por minha cabeça. O que eu iria falar? Como ela iria reagir? O que aconteceria dali em diante? Muitas perguntas pra apenas uma certeza: Eu não abriria mão dela. Não mesmo!

Pouco menos de vinte minutos depois, eu estava estacionando em frente a casa dela. Demi desceu do carro e eu repeti seu ato seguindo-a em direção a porta da frente. A casa estava totalmente silenciosa e mergulhada em completa escuridão.

Subimos as escadas e fomos até a porta branca com flores cor de rosa. Lembrei instantaneamente da primeira vez que estive ali. Ri da lembrança. Se eu ao menos imaginasse onde tudo isso iria parar...

Adentramos o cômodo e logo Demi livrou-se do all star preto que calçava e sentou-se na cama, olhando-me como quem espera por algo.

- Então... – ela disse com as sobrancelhas erguidas.
- Estou apaixonado por você. – eu disse, direto. Não era um cara de meias palavras.
- Q-Que? – ela gaguejou ao perguntar.
- Isso que você ouviu – eu disse dando de ombros e me aproximando de onde ela estava – Estou, perdidamente e erroneamente, apaixonado por você, Demi.
- E como você chegou a essa, brilhante, conclusão? – ela perguntou com uma expressão que mantinha a surpresa, acrescentada de uma dose de superioridade.
- Hoje, quando eu te vi dançar. Pensei em tudo o que tivemos e em tudo o que passei esses dias sem ter você perto de mim. Eu não consigo mais... Lutar contra isso. É mais forte que eu. – disse e dei alguns passos a mais, sentando-me, por fim, ao lado dela na cama.
- Então não lute... – ela disse em tom baixo, me olhando nos olhos.
- Não quero lutar... – respondi no mesmo tom e a encarando, também.

Ficamos em silêncio por um instante, apenas nos olhando, podíamos sentir a tensão no ar. O desejo que exalava de nós, agora estava misturado com um sentimento novo, algo que, de tão forte, era nítido, palpável, real. Emanava, por todos os nossos sentidos e mandava mensagens desconectas aos nossos cérebros, fazendo que nossos pensamentos concentrassem-se na única coisa que importava ali: Nós. Esse sentimento poderoso, eu descobri um tempo depois, era amor.

(n/a: Apertem o play amores! :D)

Aproximei-me de Demi e com as costas da mão fiz carinho em seu rosto alvo, a vi fechar os olhos, como se para apreciar melhor o toque, e sorriu de lado. Quando ela abriu os olhos a encarei por uns instantes, mas logo minha visão desceu para os lábios, tão convidativos, da garota a minha frente.

Encostei nossos lábios devagar, como quem faz um carinho de leve, apenas sentia os lábios dela nos meus e, quando a tortura tornou-se insuportável, selei nossos lábios. Encaixe perfeito, sincronia maravilhoso, gosto único. O melhor beijo que já provei e apenas ela podia me dar.

Been all around the world
(Estive no mundo inteiro)
I never met a girl that does the things you do
(Eu nunca encontrei uma garota que faz as coisas que você faz)
And puts me in the mood to love you and treat you right
(E me deixa disposto a te amar e te tratar bem)
So come here and close your eyes lie back, release your mind
(Então venha aqui e feche os olhos, deite, liberte sua mente)
And let the world fall down while I'm by your side
(E deixe o mundo cair em pedaços enquanto eu estou do seu lado.)

Logo o beijo criou uma volúpia irrefreável. Uma urgência necessitada, como se dependêssemos dele, como se naquele beijo eu pudesse encontrar a fonte da vida eterna, a razão da felicidade, o amor verdadeiro....

Minhas mãos começaram a passear pelo corpo dela e as mãos de Demi estavam presas em minha nuca, puxando de leve meus cabelos. Deitei-a, calmamente, na cama e me pus em cima dela ao mesmo tempo em que descia os beijos pelo pescoço e colo da garota, voltando, logo depois, aos lábios macios que só ela tinha.

Demi ocupou-se em tirar minha blusa e, só nesse momento, separamos o beijo. Aproveitando que eu estava de joelhos em frente a ela, a ajudei a suspender a blusa deixando amostra o sutiã branco rendado. Livrei-me da blusa, jogando-a em qualquer lugar, e voltei a deitar-me em cima dela, ocupando-me, agora, em beijar a parte descoberta dos seios de Demi.

I'll be your man through the fire
(Eu serei seu homem através do fogo)
I'll hold your hand through the flames
(Eu segurarei sua mão através das chamas)
I'll be the one you desire
(Eu serei aquele que você deseja)
Honey cause I want you to understand
(Querida, porque eu quero que você entenda que)
I'll be your man
(Eu serei seu homem)
I'll be your man
(Eu serei seu homem)


Demi arranhava minhas costas me fazendo gemer baixo enquanto minhas mãos caminhavam até o feixe do seu sutiã. Tirei-o rapidamente e, depois de fazer Demi corar pelos longos segundos que me pus a observá-la, comecei a beijar os seios dela com um misto de carinho e selvageria, fazendo-a gemer um pouco mais alto.

Desci os beijos por toda a extensão da barriga de Demi e, ao chegar no cós da saia jeans que ela usava, a desabotoei, puxando, em seguida, pra baixo e revelando a calcinha que combinava com o sutiã. Meu coração palpitava forte e eu já podia sentir minha excitação ao máximo. Depois de jogar o jeans em qualquer lugar voltei aos beijos, depositando-os em sua intimidade por sobre o tecido que a cobria.

Demi contorceu-se de prazer com o carinho e puxou-me pra cima, selando nossos lábios com desespero. Desceu as mãos pelo meu peito e barriga de um jeito que me fez gemer entre o beijo, desafivelou o cinto e abriu o botão, juntamente com o zíper das minhas calças, descendo-a em seguida. Levantei meu corpo apenas para terminar de me livrar das calças e da boxer que eu usava.

I can make it through the days
(Eu posso fazer isso através dos dias)
The years can pass away
(Os anos podem passer)
There's lipstick on my face and I love the way you taste
(Tem marcas de batom no meu rosto, e eu amo o seu gosto)
And I'm right here, so lock the door
(E eu estou bem aqui, então tranque a porta)
Cause you need me, but I need you more
(Porque você precisa de mim, mas eu preciso de você mais)
And I don't care, about your mistakes
(E eu não ligo para seus erros)
Cause they all went away when I found you
(Porque eles sumiram quando eu te achei)

Agora, completamente nu, voltei a me deitar por sobre ela e desci minhas mãos, lentamente pela lateral do corpo de Demi, cheguei ao elástico da calcinha que ela usava e brinquei com ele antes de tirá-la. Demi enlouquecia a cada toque de minhas mãos em seu corpo e eu podia dizer o mesmo de mim quanto ao toque dela. Era como se cada contato entre nossos corpos provocasse um curto circuito por todo o meu sistema nervoso, causando uma sensação única de prazer.

Depois de devidamente protegido, posicionei-me na entrada de Demi e penetrei-a com o cuidado de sempre. Comecei com movimentos leves, apenas para senti-la. Demi me apertava, cada vez mais forte, contra si e seus gemidos ficavam mais altos, conforme eu aumentava a velocidade dos movimentos.

I'll be your man through the fire
(Eu serei seu homem através do fogo)
I'll hold your hand through the flames
(Eu segurarei sua mão através das chamas)
I'll be the one you desire
(Eu serei aquele que você deseja)
Honey cause I want you to understand
(Querida, porque eu quero que você entenda que)
I'll be your man
(Eu serei seu homem)
I'll be your man
(Eu serei seu homem)

 Eu respirava fundo contra a pele do pescoço de Demi e me permitia soltar alguns gemidos em seu ouvido, fazendo-a arrepiar naquela área. Eu amava observar as reações que eu causava nela a cada simples ato meu. Demi gemia cada vez mais descontrolada e senti que, tanto o meu quanto o orgasmo dela estavam por vir.

A velocidade dos movimentos estava mais forte e nossas respirações tão descompassadas quanto os batimentos dos nossos corações. Depois de mais algumas idas e vindas senti que estava no meu máximo e a gota d’água foi ouvi-la gemer meu nome enquanto atingia seu próprio clímax. Um pedaço do paraíso, uma amostra grátis do céu, um encontro com o divino. Único. Caí ofegante sobre ela, mas logo troquei de posições alinhando-a em meu peito.

I'll be your man through the fire
(Eu serei seu homem através do fogo)
I'll hold your hand through the flames
(Eu segurarei sua mão através das chamas)
I'll be the one you desire
(Eu serei aquele que você deseja)
Honey cause I want you to understand
(Querida, porque eu quero que você entenda que)
I'll be your man
(Eu serei seu homem)
I'll be your man
(Eu serei seu homem)

Ficamos em silêncio por alguns instantes, apenas aproveitando a companhia um do outro e as vibrações que nossos corpos ainda emanavam. Depois de um tempo, dei-me conta de que tinha que voltar pra casa. Infelizmente.

- Demi – chamei em um sussurro.
- Hm – ela respondeu meio sonolenta.
- Tenho que ir – eu disse ainda em tom baixo.
- Fica – ela pediu com a voz rouca de sono.
- Não posso, mas prometo que é a última vez... – eu disse e ela se virou pra mim me olhando confusa.
- Como assim? – perguntou com o cenho franzido.
- Vou me separar da Ashley. – eu disse e, com um sorriso, proferi as palavras seguintes. – Eu escolhi você, pirralha. 


Continua...


n/a: Oi lindas! :) Hmmm, hot um pouco melhor que o outro né?! :/ Ainda tá longe de ser um hot descente, mas um dia eu chego lá... ou não! :S Mas enfim... O que acharam? O Joe disse que escolheu a Demi \o/ Mas será que será tão fácil assim? :X Façam suas apostas, hahahaha... Comentem lindas! É de graça, não dói e ainda faz uma autora feliz!!!! :DD Obrigada por tudo. Novas leitoras sejam MUITO BEM VINDAS!! *.* Até o próximo post, Bjs! :**


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