30 de outubro de 2012

Capítulo 9 – Ciúmes?


Amante. Há exatos dois dias essa palavra ecoava em minha cabeça. Nunca, em toda a minha vida, eu tive uma amante. Já traí algumas namoradas nas baladas por aí, mas nada mais que um beijo, uma noite. Ter uma amante era algo diferente, perigoso, errado. Ashley não merecia. Demi não merecia.

Como eu deixei chegar a esse ponto? Como permiti que essa garota, que ainda cheirava a leite, manipulasse minha mente. Claro que não teria uma amante. Óbvio que não trairia a minha noiva, mas do que já fiz e... Estou completamente convicto de que estou mentido!

Difícil de admitir, mas eu queria Demetria. Queria pra mim, toda a hora e a cada instante, mas amo Ashley e vou casar com ela. Não podia jogar tudo pro alto assim, sem nem saber o que realmente sentia por Demi ou o que ela sentia por mim. Era maluquice!

Ok! Hora de respirar fundo e fingir que está tudo bem. Ashley já deve estar em casa e a última coisa que eu quero e que ela desconfie de algo.

- Amor? – eu chamei assim que entrei em casa.

Deixei as chaves e minha carteira na mesa no centro da sala e fui até a cozinha. Ninguém. Subi as escadas e fui em direção ao quarto, ao entrar ouvi o barulho de chuveiro. Hm, até que sexo com uma chuveirada agora cairia bem.

Despi-me e entrei no banheiro devagar. Ashley notou minha presença apenas quando abri o box e sorriu pra mim. Entrei em baixo do chuveiro para beijá-la e começamos, aí, o que só terminaria alguns minutos depois, com ambos ofegantes e cansados.

Seria estranho se dissesse que, por vezes, me peguei comparando minha noiva com minha vizinha? Ashley, apesar de mais velha e, teoricamente, mas experiente, não tinha a mesma desenvoltura de Demi. Era como se fosse errado, as posições não se encaixavam e as coisas não fluíam naturalmente. Deus, por que eu estava pensando nisso?!

Ao sairmos do banho, Ashley disse que iria até a cozinha preparar algo pra comermos, eu concordei e deitei-me na cama ligando a televisão em um telejornal qualquer.

- Psiu...

Não. Isso era demais! Já não bastava pensar nela, teria que encará-la agora?

- Psiu!

Ela não ia desistir. Bufei e levantei da cama indo até a sacada e deparando-me com Demi apenas com uma camisola rosa de algodão com o desenho de um urso na frente. Nada mais infantil e sensual que aquilo. Como ela conseguia?

- Parece que a noivinha tá te deixando cansado – ela comentou com um olhar malicioso.
- Natural não?! – disse cruzando os braços e me concentrando em olhar apenas para o rosto dela – Somos noivos. Vamos nos casar.
- Hm, é o que parece – ela disse e debruçou-se na sacada, fazendo com que meus olhos descessem para o decote que a camisola formou. – Você tem pensado no que te falei?
- Demi isso é loucura. – eu respondi, tentando manter o controle.
- Será mesmo Joe? – ela disse levantando-se e, para a minha surpresa e desespero, ela sentou-se a sacada com os pés pra fora. – Veja só, você acabou de transar com sua noivinha e já está babando por me ver com essa inocente camisola.
- Você queria o que? – eu disse apoiando as mãos no parapeito da sacada – Eu sou homem.
- E ponha homem nisso – ela disse piscando e eu ri brevemente. Meu ego agradece! – Não acha injusto apenas uma mulher desfrutar de tanta masculinidade?
- Não Demetria. Eu não acho. – eu disse sério – É a lei da vida. Um homem só pode ter uma mulher.
- Então me escolhe – ela disse dando de ombros
- O quê? – perguntei, soltando um risinho desentendido.
- Deixa eu ser sua única mulher. – ela disse sorrindo.
- Demetria, pra inicio de conversa, você ainda é uma menina – eu disse e ela bufou – e depois, eu já escolhi a Ashley.
- Você pode mudar de ideia, isso é tão comum – ela disse já meio impaciente.
- Eu não vou mudar de ideia. – disse firme, pra encerrar a conversa, mas por dentro eu estava com medo de como ela encararia aquelas palavras.

Demi me olhou por uns instantes sem dizer nada. Quando pareceu fazer alguma conclusão, ela então colocou as pernas pra dentro, mas antes que conseguisse alcançar o chão da sacada em segurança, ela desequilibrou e eu senti meu coração parar.

- Cuidado! – eu exclamei enquanto estendia os braços em uma tentativa, falha (já que eu não era o Homem Elástico do Quarteto Fantástico), de segurá-la.
- Não finja que se preocupa comigo ok?! – ela disse, já em pé na sacada e com os olhos cerrados, alguma coisa no tom de voz dela fez um nó se formar na minha garganta.
- Não é fingimento – eu disse com cara de ofendido – eu, realmente, me preocupo.
- Pois então pare. – ela disse firme – Nada mais que eu faça ou que aconteça comigo é da sua conta. Esqueça que eu existo Sr. Jonas, esqueça o que aconteceu entre a gente, pois eu farei o mesmo!

Depois de me olhar firmemente, Demi virou-se e caminhou de volta para o quarto, fechou a porta e as cortinas e eu a perdi de vista. Era isso. O fim. Minha vida voltaria ao normal. Sem Demetria, sem essa história de amante. Pensar nisso fez meu coração doer e minha mente rodar. Voltei pro quarto e esperei Ashley voltar. Porque ela demorava tanto?

No dia seguinte, já no fim da tarde, estava chegando em casa quando uma cena fez minha garganta secar e meus olhos saltarem das órbitas. Demi estava em frente a sua casa, beijando um moleque magrelo e loiro. Mas que porra era aquela?

- Oi Sr. Jonas – ela me cumprimentou assim que parei o carro em frente a casa dela – Posso ajudar?
- Pode sim Demi – eu disse, frisando o apelido dela – Seus pais estão em casa?
- Estão sim, minha mãe está preparando o jantar pra que eu apresente meu namorado oficialmente – ela disse sorrindo e eu engoli em seco. Namorado?
- Namorado? – exteriorizei a pergunta e me amaldiçoei depois, quando vi o sorrisinho de vitória dela.
- Que mal educada que eu sou – ela disse e logo se pendurou no pescoço do garoto – Esse aqui é o Sterling, meu namorado.
- Oi Sr. Jonas – ele disse e estendeu a mão pra mim, o garoto tinha um sorriso irritantemente bonito e os olhos mais terrivelmente azuis que eu já havia visto e isso me irritou tanto quanto ouvi-lo me chamar de senhor.
- Oi. – eu disse e o cumprimentei brevemente.
- A Sra. Jonas já está em casa – Demi disse com um sorriso maldoso nos lábios.
- O senhor já é casado?  - o loiro azedo perguntou, mas antes que eu pudesse responder Demi o fez por mim.
- Ainda não, mas isso não vai demorar a acontecer. Eles se amam tanto - ela não conseguiu esconder a ironia na frase, não pra mim, pelo menos - você precisa ver, amor. 

Amor? Eles namoravam, teoricamente, a um dia e ela já o chamava de amor? Aquilo estava demais pra mim. Era melhor eu sair dali logo.

- Hm, certo. Eu já vou indo. Sorte no jantar de vocês.

Não esperei resposta. Acelerei o carro e sem olhar para o lado entrei em casa me sentindo completamente irritado. Droga! Ela não podia estar namorando. Em tão pouco tempo? Será que ela já estava com esse cara quando nós transamos? Será que ela já tinha ido tão longe com ele? Mas que merda! Porque diabos eu estava me sentindo assim?

Cumprimentei Ashley brevemente e, com a desculpa de estar com enxaqueca, subi para o quarto e deitei-me na cama. Os pensamentos redopiavam em minha cabeça e todos eles diziam respeito a Demi. Eu não podia sentir isso. Não por ela.

Cochilei por duas horas, mais ou menos, e, quando acordei, fui até o banheiro tomar um banho demorado e revigorante. Saí do banho e coloquei uma boxer qualquer. Guiado pelo instinto, fui até a sacada. Ela estava lá, sentada em uma cadeira, com as pernas apoiadas no parapeito da sacada, olhos fechados e com os fones nos ouvidos. Linda! 

- Demi? – chamei, mas ela não me ouviu. Peguei minha pulseira (foi a primeira coisa que eu vi) e joguei nela.
- Ai! – ela exclamou levantando-se e me encarando – Nossa, é assim que você trata seus vizinhos? Jogando objetos neles de graça?
- Eu te chamei, mas você coloca esse negócio no ouvido e parece esquecer-se do mundo. -  eu disse cruzando os braços.
- Realmente esqueço, é bom de vez em quando. – ela disse dando de ombros – Mas o que você quer?
- Saber sobre esse namoro mal contado – eu disse sério.
- Mal contado, por quê? – ela perguntou cerrando os olhos.
- Como você começa a namorar da noite pro dia? – perguntei de uma vez - Ainda ontem você estava aqui me pedindo pra ficar com você.
- Você não é o único cara na face da Terra Sr. Jonas. – ela disse erguendo as sobrancelhas.
- Não me chama de senhor – eu disse, ainda mantendo a voz firme.
- Não temos mais intimidade pra nos chamarmos por apelidos. – ela disse mantendo a voz indiferente.
- Você já estava com esse cara Demi? – perguntei, temendo e resposta. Ela não seria capaz. Seria?
- Claro que não! – ela disse com a voz ofendida – Ele me paquerava há algum tempo e sempre me pedia uma chance. Hoje eu resolvi aceitar. Você fez sua escolha, Joseph, eu fiz a minha.

Ela estava certa. Demi era livre pra fazer o que quiser da vida dela. Era jovem e linda, tinha mais que curtir a vida mesmo e ser feliz. Mas então, porque algo dentro de mim dizia que aquilo estava errado?

- Demi eu posso te pedir uma coisa? – eu perguntei, sem saber se teria coragem de pedir o que eu queria, realmente.
- Se estiver ao meu alcance. – ela respondeu dando de ombros.
- Não transa com ele. – falei de uma vez, antes que a coragem se esvaísse de mim.

Demi abriu a boca em sinal de que falaria alguma coisa, mas nada saía da boca dela. A expressão de surpresa tomava conta do rosto dela e eu temia a resposta que estava sendo formada em sua cabeça.

- Você não tem o direito de me pedir isso – ela disse finalmente.
- Eu sei que não... – eu disse com a voz quase em um sussurro.
- Que bom que sabe. – ela disse e antes que eu pudesse protestar, ela saiu do meu campo de visão.

Era isso. Eu ficaria remoendo essa dúvida em minha cabeça. Só de imaginar Demi nos braços de outro meu estômago embrulhava. Nenhum outro cara era digno de tocá-la. Ela era preciosa demais pra ser beijada, acariciada, e até despida por outro cara se não eu. Eu sabia como tratá-la, sabia como tocá-la e como cuidar dela. Esse sentimento de posse só me fazia pensar em uma coisa. Um sentimento que há muito tempo eu não sentia, nem por Ashley. Eu estava com ciúmes!


Continua...


n/a: Olá lindas! :)) Amores vocês foram tão lindas comentando MUITO que decidi postar logo, nada mais justo né?! ;) Então, tá aí o capítulo que, na minha opinião, é o mais revelador quanto aos sentimentos do Joe e isso só tende a se intensificar! u.u Eu coloquei o Ster, pq, além dele ser um fofo, na época em que Jemi acabou eu fiquei com raiva do Joe e fiquei shippando Stemi por um bom tempo e ainda acho os dois lindos juntos, mas meu coração é Jemi e sempre será! :DD O próximo capítulo só na quinta pq ainda nem escrevi :/ maaaaas, não se preocupem que eu tenho a fic toda planejada, capítulo por capítulo, então o que falta mesmo é desenvolver a ideia o que não demora muito, é só a preguiça deixar :P hahaha... Falei demais... :X Por hoje é isso lindas, me contem o que acharam, comentem e me amem  :D Até o próximo post. Bjs! :***



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29 de outubro de 2012

Capítulo 8 – Ninguém precisa saber.


No dia seguinte fui ao trabalho sem ter conseguido pregar os olhos. Ashley perguntou o que eu tinha, mas não consegui dizer nada além de “Dor de cabeça”. Não consegui encará-la, olhar para ela trazia a culpa pelo que fiz de volta ao meu peito e à minha consciência. Estava completamente confuso. Ao mesmo tempo que pensava em Demi e meu coração pulsava forte no peito, olhar para Ashley fazia meu coração se apertar.

Não consegui trabalhar direito. Em parte pelo sono, que agora me dominava, em parte por Demetria, que tirava qualquer resquício de concentração que eu pudesse pensar em ter. Não era pra eu estar pensando nela. Era pra ter sido apenas uma transa. Então porque ela não saía da minha cabeça?

Ao fim do dia me sentia exausto, com a mente cansada e um sono que me deixava mais lento. Quando estava chegando próximo de onde morava, não consegui mais lutar com meus olhos e acabei cochilando ao volante. Por alguns instantes, até uma buzina estrondosa me acordar. Sorte do dia: O sinal havia fechado no instante em que cochilei e a buzina soou apenas pra me avisar que ela estava verde.

Mas como nem tudo é sorte, assim que assimilei o que acontecia, encostei o carro e passei as mãos no rosto pra tentar acordar. Quando levantei a vista para encarar a rua meus olhos a encontraram. Andando, despreocupadamente, pela calçada, rebolando aquele quadril maravilhoso e usando aquele uniforme pecaminoso. Alguém lá em cima não vai muito com a minha cara!

Liguei o carro e fui até ela. Assim que notou minha presença, Demi retirou os fones de ouvido e me olhou com um sorriso que fez meu estômago revirar. Eu estava parecendo um adolescente apaixonado... Pera! Apaixonado?

- Oi vizinho! – ela disse abraçada aos livros.
- Entra. – eu disse simplesmente.
- Nossa, o que aconteceu? – ela perguntou franzindo as sobrancelhas.
- Nada Demetria, apenas entre! – eu disse sem muita paciência e soando até meio rude.

Demi abriu a boca em “Oh!” de espanto, piscou algumas e vezes e então, recolocou os fones de ouvindo seguindo pela calçada, a pé.

- Demi! – eu chamei e ela me ignorou.

Bufei impaciente e sai do carro o mais rápido que pude. A puxei pelo braço e ela me olhou assustada, só então vi que estava apertando o braço de Demi com força demais.

- Me solta! – ela disse quase em um sussurro.
- Entra no carro – eu disse afrouxando o aperto no braço dela – Agente precisa conversar.

Demi piscou algumas vezes, antes de assenti com a cabeça e me deixar guia-la até a porta do passageiro. Eu precisava acabar com isso. Precisava explicar a ela o que ia acontecer dali em diante. Dei partida no carro e dirigi até uma praça que ficava na rua de trás de onde morávamos. Descemos do carro e por alguns minutos apenas caminhamos em silêncio.

- Está arrependido? – ela perguntou de repente.
- Não é bem essa a palavra – eu disse puxando-a pra sentar em um banco ali próximo – Culpado, seria a melhor descrição.
- Hm, entendo... – ela disse olhando para baixo.
- Não consigo encarar minha noiva, não durmo desde ontem, isso tá acabando comigo Demi. – eu disse por fim.
- Desculpa Joe, eu não queria...
- Quem deve desculpas aqui sou eu Demetria – eu disse a interrompendo – Você é só uma menina, eu não devia...
- Eu não sou SÓ uma menina! – foi a vez dela me interromper.
- Demi, você só tem 17 anos, claro que é só uma menina. – eu disse cerrando os olhos.
- Você não me obrigou a nada Joe! – ela disse meio irritada – Eu sabia o que estava fazendo e eu queria aquilo.
- Mas foi errado Demetria. – eu disse passando as mãos no cabelo – Eu sou comprometido, vou casar daqui alguns meses e você é uma menina.
- Para de repetir que eu sou uma menina! – ela gritou
- Mas é o que você é! – eu gritei em resposta.

Demi levantou bufando e caminhando em direção a nossa rua. Corri até ela e a puxei contra mim. Erro! Sentir o corpo dela próximo ao meu não era bem o que eu pretendia e isso tão pouco me ajudaria no que estava fazendo.

- Viu – eu disse soprando as palavras direto nos lábios dela – essa sua atitude só prova o quanto você é uma menina.

E então, como que para provar que eu estava errado, Demi selou nossos lábios em um beijo furioso e, ao mesmo tempo, passional. Abracei a cintura dela, puxando-a ainda mais pro meu corpo e sentindo cada centímetro dele agradecer àquela proximidade.

Eu precisava dela, mas isso era tão errado. Tudo me fazia sentir como um canalha. Iludindo uma menina de 17 anos e traindo a mulher com quem dividia a cama todas as noites. Ótimo Joseph! Você se tornou um grandessíssimo filho da puta!  

Separamos o beijo, ofegantes. Demi estava de olhos fechados enquanto eu acariciava o rosto alvo e delicado dela. A palavra perfeição jamais faria jus a Demetria. Ela era mais que isso, mais que meus olhos viam, mas que palavras podiam descrever. Nesse momento uma palavra me ocorreu, fazendo cada pêlo do meu corpo arrepiar.

- Minha. – deixei escapar em um sussurro.

Demi abriu os olhos surpresa me fazendo notar o que tinha dito. Tarde demais! Não dava mais pra negar, nem pra mim! Estava envolvido. Por mais confuso, errado e cafajeste que isso soasse. Eu queria Demetria. Mas como?

- Ninguém precisa saber Joe – ela disse, como se adivinhasse meus pensamentos.
- Como? – perguntei confuso.
- Eu preciso de você e, ficou bem claro agora, que você também precisa de mim – ela disse sorrindo – Eu sei o que sinto por você, mas vejo que você não sabe ainda.
- Demi, eu amo a Ashley. – eu disse fechando os olhos com força em um modo de reafirmar esse fato a mim mesmo.
- Eu sei – ela disse sando de ombros – por enquanto.
- Demi, não quero iludir você – eu disse fazendo carinho nos ombros dela – Eu vou me casar com a Ashley.
- Não me importo em ser sua amante. – ela disse naturalmente, como se me dissesse que adorava batatas fritas.
- Amante? – eu perguntei cerrando os olhos.
- É – ela respondeu dando de ombros – Eu me contento com isso, por hora.
- Demi isso não é certo e...
- Não precisa responder agora – ela me interrompeu – Vai pra casa, pensa e quando tiver a resposta, me procura!

E piscando um olho, com um sorriso malandro no rosto ela girou nos calcanhares e caminhou em direção a nossa rua. Nem preciso dizer que fiquei ali, parado. Pensando no que ela havia me proposto. Absurdo! Eu pensava, mas logo vinha a pergunta perturbadora: Será mesmo tão absurdo assim?


Continua...


n/a: Hello lindas!! :D Amores, eu só tenho a agradecer a vocês por todo o apoio, por cada comentário (aqui ou no twitter), por cada palavra de carinho... Nossa, vocês são maravilhosas comigo, de verdade! Como eu disse pra algumas leitoras lindas, eu reli o hot que postei e não gostei nenhum pouco :/, sei que posso fazer melhor que aquilo e PROMETO que o próximo será bem melhor ok?! Devo isso a vocês, não posso postar qualquer coisa aqui e esperar que vocês gostem só por... sei lá... enfim, vou melhorar! :D Fiquei muito feliz que vocês gostaram da mini fic e tenho news ~suspense~ ESCREVI OUTRA MINI FIC! \O/ cara, eu preciso parar de escutar música, toda vez surgi uma história nova na minha cabeça e tals... But anyway, sábado a postarei ok?! ;) Por enquanto, me digam o que acharam desse capítulo e o que esperam do próximo... Fortes emoções estão a caminho lindas, preparem seus corações! u.u Falei/escrevi pra caramba, chega! :) Até o próximo post, Bjs! :***


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